Qual é o futuro das TMCs nas viagens corporativas?
O papel das TMCs nas viagens corporativas mudou. Não porque as empresas passaram a precisar menos de suporte, mas porque o que elas esperam desse suporte se tornou mais sofisticado. Intermediar reservas foi, por muito tempo, o centro do serviço. Hoje, o centro é outro: visibilidade, dados e decisão. As TMCs que ainda não perceberam essa virada estão perdendo posição.
O papel das TMCs já mudou, mesmo que nem todas tenham percebido
Uma TMC que apenas reserva passagens e hotéis faz hoje o que qualquer plataforma de autoatendimento faz. A diferença não está mais na operação de reservas. Está na capacidade de organizar um programa de viagens inteiro, dar visibilidade sobre o que está acontecendo e apoiar as decisões que impactam custo, compliance e experiência do viajante.
O GBTA identificou em pesquisa de fevereiro de 2025 que 30% dos compradores corporativos estão reavaliando ou trocando sua TMC neste ano. Entre os que consideram a troca, 39% apontam insatisfação com a tecnologia da TMC como principal razão, e 37% citam qualidade de serviço como fator relevante.
Isso significa que as TMCs não estão sendo descartadas. Estão sendo cobradas por um nível de entrega que vai além do operacional.
Por que intermediar viagens não é mais suficiente?
Por anos, o valor de uma TMC estava nas negociações com fornecedores, nas tarifas preferenciais e no suporte para emitir bilhetes. Esse modelo funcionou quando a operação de viagens era manual, fragmentada e difícil de centralizar.
O cenário mudou. As empresas conseguem reservar voos e hotéis por conta própria. O que elas não conseguem fazer facilmente é organizar os dados de um programa inteiro, identificar desvios de política de viagens em tempo real, medir o retorno das viagens corporativas ou tomar decisões de compra baseadas em comportamento histórico de reserva.
Essas são as funções que definem hoje se uma TMC gera valor real ou apenas processa pedidos.
O que empresas esperam hoje de uma gestão de viagens corporativas?
A demanda por gestão de viagens corporativas mudou de operacional para estratégica. Os gestores querem saber onde o programa gasta, quais áreas geram mais desvios, quais fornecedores entregam mais valor e como ajustar a política para melhorar resultados.
Pesquisa recente do GBTA revelou que apenas 12% das empresas têm visão consolidada do seu programa de viagens a partir de uma única fonte de dados. E 63% apontam a falta de relatórios consolidados como um dos principais desafios do programa. O dado é revelador: a maioria das empresas tem o volume de viagens, mas não tem inteligência sobre ele.
O que falta não é mais viagem. É clareza sobre a viagem.
Por isso, a tecnologia em viagens de negócios deixou de ser um diferencial e passou a ser critério básico de seleção de TMC. Uma pesquisa do GBTA e da FCM mostrou que 59% dos gestores de viagens citam tecnologia como um dos fatores mais importantes na hora de escolher uma TMC, à frente de custo e qualidade de atendimento.
Como tecnologia e dados estão redefinindo o modelo das TMCs?
O novo modelo das TMCs não é de menor presença humana. É de presença humana aplicada onde ela realmente faz diferença. A tecnologia resolve o que é repetitivo: reservas, aprovações, alertas de política, consolidação de dados. O time humano resolve o que exige julgamento: negociações complexas, gestão de crises, análise estratégica do programa.
Essa combinação muda o que o gestor de viagens recebe. Em vez de relatórios prontos semanas depois do fechamento, ele tem indicadores de viagens corporativas atualizados em tempo real. Em vez de análises manuais, tem Business Intelligence aplicado ao programa. Em vez de suporte reativo, tem um parceiro que age antes que o problema apareça.
Na Tour House, trabalhamos com esse modelo. A automação dos nossos processos e as ferramentas de dados que oferecemos existem para que nosso time possa focar no que tecnologia não substitui: o relacionamento, o contexto e a decisão que transforma o programa.
O que diferencia uma TMC preparada para o futuro?
Uma TMC preparada para o futuro não é necessariamente a maior. É a que entrega o que as empresas precisam agora: visibilidade real do programa, tecnologia integrada ao processo de gestão e presença humana qualificada para transformar dados em ação.
O que separa esse modelo do operacional tradicional é concreto: um sistema de gestão de viagens corporativas integrado, com dados centralizados e painéis atualizados. Uma gestão centralizada que conecta política, orçamento e compliance em um único fluxo. E um time de especialistas que conhece o programa do cliente e age com base em dados, não em suposições.
[Dado interno Tour House: inserir indicador representativo do programa, como número de clientes atendidos, volume de viagens gerenciado, percentual de conformidade alcançado ou outro dado de impacto]
O futuro das TMCs não é tecnológico em oposição ao humano. É tecnológico e humano ao mesmo tempo. As empresas que perceberam isso já tomam decisões de viagem com mais inteligência. Nossa abordagem combina automação, dados e atendimento especializado para que as soluções de viagens corporativas que entregamos sejam, de fato, estratégicas. Entendemos por que as viagens corporativas importam para o resultado do negócio, e é assim que orientamos cada programa.
Conclusão
O papel das TMCs nas viagens corporativas não vai desaparecer. Vai se transformar. As que vão liderar esse novo momento são as que entregam visibilidade, dados organizados e decisão informada, não apenas reservas processadas. O futuro pertence ao modelo que combina tecnologia com inteligência humana.
Quer conhecer como trabalhamos? Fale com a Tour House e descubra o que muda quando a gestão de viagens é feita com dados e propósito.
Perguntas frequentes
O que é uma TMC em viagens corporativas?
TMC é uma empresa de gestão de viagens corporativas. É o parceiro responsável por organizar, controlar e otimizar o programa de viagens de uma empresa, atuando desde as reservas até a análise de dados, gestão de política e suporte ao viajante.
Qual o papel das TMCs hoje nas empresas?
O papel evoluiu de operacional para estratégico. Além de gerenciar reservas e emissão de bilhetes, as TMCs mais atualizadas entregam visibilidade em tempo real sobre o programa, indicadores de desempenho, conformidade com política e suporte baseado em dados para que o gestor tome decisões melhores.
As TMCs estão sendo substituídas por tecnologia?
Não. A tecnologia substitui o que era manual e repetitivo. O que ela não substitui é a capacidade de interpretar dados, negociar com fornecedores com base no contexto do programa e apoiar decisões complexas. As TMCs que combinam tecnologia com presença humana qualificada saem fortalecidas.
O que muda no futuro da gestão de viagens corporativas?
O foco muda de operação para inteligência. As empresas vão demandar visibilidade crescente sobre seus programas, ferramentas integradas que eliminem trabalho manual e parceiros que entreguem análise estratégica, não apenas confirmações de reserva. Dados e tecnologia vão definir quem lidera o setor.
Como escolher uma TMC mais preparada para o novo cenário?
Avalie se a TMC oferece tecnologia integrada ao processo de gestão, painéis de dados em tempo real e relatórios que vão além do histórico de reservas. O critério mais revelador é saber se a TMC age antes dos problemas ou apenas depois deles.

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