Como a economia compartilhada pode auxiliar na redução de custos em viagens corporativas

Como a economia compartilhada pode auxiliar na redução de custos em viagens corporativas

Do inglês “Sharing Economy”, o termo “Economia Compartilhada” refere-se à prática “de dividir o uso ou a compra de serviços facilitada, principalmente, por aplicativos que possibilitam uma maior interação entre as pessoas”. A definição é do portal brasileiro de consumo colaborativo, ConsumoColaborativo.CC.

A ideia, com a prática, é o benefício mútuo entre as partes envolvidas — como diminuir os gastos na aquisição de algo.  No mundo empresarial, a estratégia pode ser empregada, por exemplo, na gestão de viagens corporativas, visando a redução de custos para as empresas.

O conceito de economia compartilhada é antigo, mas passou a ser mais usado após a virada do século — junto ao desenvolvimento das tecnologias da informação, à maior adesão da tecnologia móvel, ao crescimento das redes sociais e ao surgimento de plataformas online.

Nota-se que há uma tendência voltada para a redução de custos, mesmo que a participação desse tipo de economia no meio corporativo ainda não seja dominante no setor.

Vale destacar, entretanto, alguns exemplos de plataformas relacionadas à economia compartilhada e redução de custos, que podem ser úteis na hora de planejar e organizar uma viagem corporativa.

Quanto ao transporte

Deslocar os funcionários de um lugar para o outro pode custar caro. Mas, se as empresas estiverem abertas a novas opções, podem contar com alguma ajuda em termos de economia — principalmente no que se refere a transportes terrestres.

Nem sempre há necessidade de pegar um avião. Viagens curtas podem ser feitas de carro. Ou, ainda, nem sempre o aeroporto fica localizado na cidade de destino.  Pode até parecer estranho para o meio corporativo, mas os tais sistemas de compartilhamento de carona são grandes amigos do corte de gastos para situações como essas.

(Sem esquecer, claro, do apoio à sustentabilidade — que, além de todos os benefícios para a humanidade, ainda anda de mãos dadas com o marketing e a visibilidade positiva para a marca).

A plataforma BlaBlaCar é a maior do ramo. Com ela, é possível deslocar-se de um lugar para o outro através da carona de alguém, já cadastrado no site, que vai para o mesmo destino. O preço costuma ser bem menor do que o de um táxi ou passagem de ônibus, por exemplo — já que está mais relacionado à divisão das despesas da viagem, como a gasolina, por exemplo. A ferramenta é popular na Europa e conta com um sistema de verificação dos motoristas inscritos.

Quanto à hospedagem

Optar por serviços de hospedagem alternativa durante as viagens corporativas é outra das formas de diminuir os gastos para os empreendimentos interessados no assunto.

Hub de protocolos

Os hostels são um tipo clássico de economia compartilhada, que é utilizado há anos. A alternativa trata-se de um tipo de acomodação caracterizada pelos preços mais baixos e pela socialização entre os hóspedes. Nela, cada indivíduo fica com uma cama em um dormitório partilhado. No local, há outros cômodos como banheiro, lavandaria e, muitas vezes, cozinha, entre outros.

Todavia, nem todos os funcionários ficam confortáveis em dividir as acomodações com estranhos. Desta forma, umas das soluções mais modernas, dentro do conceito de economia compartilhada, é o de aluguel de apartamentos ou casas que podem acomodar diversas pessoas por um preço mais convidativo do que a diária de um hotel — paga, individualmente, em relação a cada funcionário da empresa.

Hoje em dia, existem sites e aplicativos que também podem ajudar nesse sentido. O Airbnb, por exemplo, é um dos mais famoso entre eles. A ferramenta trata-se de uma espécie de comunidade virtual na qual é possível anunciar, descobrir e reservar acomodações como quartos, apartamentos, casas, entre outros meios de hospedagem — por preços, muitas vezes, mais acessíveis do que os que se consegue através dos meios tradicionais.

A adesão de tais práticas de economia compartilhada, visando a redução de custos, no entanto, depende das particularidades de cada empresa — que precisa estar aberta a métodos alternativos em sua gestão.

Além disso, é importante consultar os colaboradores sobre se eles ficam confortáveis em adotar tais práticas.  Visto que é fundamental na gestão de viagens corporativas garantir uma boa experiência aos funcionários viajantes em questão.

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