Saiba como andam as tratativas da parceria entre Boeing e Embraer

Saiba como andam as tratativas da parceria entre Boeing e Embraer

Estudos realizados nos últimos anos já mostraram que a indústria do turismo no Brasil cresce o dobro da média mundial. O inegável potencial turístico do Brasil, alimentado por riquezas naturais e culturais diversas, agora pode ser ainda mais estimulado a partir da criação de uma nova companhia de aviação comercial.

Desde o fim do último ano, Embraer e Boeing – duas gigantes do ramo da aviação – vem mediando tratativas que podem representar um grande avanço no setor dentro do Brasil.

A estratégia para crescer o mercado global das duas empresas resultou numa parceria que conta com 80% de participação da norte-americana Boeing e 20% da Embraer, que tem sede em São José dos Campos (SP). A previsão é de que a aposta possa gerar lucros de até US$ 150 milhões até o terceiro ano de operação.

O negócio é avaliado em US$ 5,26 bilhões e vai ser coordenado pela empresa norte-americana, maior detentora das ações. A empresa brasileira, inclusive, poderá vender seus 20% a qualquer momento para a Boeing. O pacto é resultado de um esforço de mais de duas décadas de colaboração entre as frentes.

Parceria em duas frentes?

Ao mesmo tempo que está se formalizando o acordo para a criação da nova companhia, cujo nome só vai ser definido depois do aval do Governo brasileiro, ainda está sendo discutida a criação de outra empresa – esta segunda com maior equidade nas ações.

Trata-se de um outro projeto para estimular o mercado de aeronaves multimissão – os aviões de carga KC-390. No caso do negócio que envolve os cargueiros, a Embraer deteria 51% das ações e a Boeing os outros 49% restantes.

Curioso destacar que as ações da companhia brasileira Embraer chegaram a subir 7% no Ibovespa depois do anúncio das tratativas. Ainda assim, o valor de mercado da Embraer é 7 vezes menor do que o investimento inicial da Boeing em toda a parceria. Os valores estão na casa dos R$ 16,4 bilhões.

Tudo ainda está tramitando nos bastidores. O aval do Governo brasileiro segue pendente e não é o único que chancela o negócio. Além do Governo, acionistas e outras entidades regulatórias também devem emitir parecer para que o negócio seja, enfim, oficializado.

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